quarta-feira, 20 de junho de 2012

UM PROJETO OUSADO E INOVADOR


Atualmente, a Igreja de Cristo na Terra, formada pelos justos de todas as nações, conta com uma força missionária calculada em apenas 400 mil obreiros, incluindo missionários de todos os níveis, transculturais e nacionais.

Mas para atender às necessidades e  avançar consideravelmente na evangelização do mundo, esse contingente precisa ser no mínimo triplicado, principalmente no contexto transcultural, junto aos povos não alcançados, que somam quase 2 mil sem nenhum convertido.

A pergunta é: como multiplicar a presença missionária em todas as nações com carência da pregação do evangelho de Cristo? Uma das soluções é investir no que chamamos de missionário autóctone.

Esse termo significa “da terra, nativo”; em outras palavras, um “fruto da terra”. Dessa forma, o missionário autóctone é aquele obreiro vocacionado, que auxilia um missionário estrangeiro e que é designado para servir sua própria gente, seu próprio país, alcançando o seu próprio povo e outros povos vizinhos dentro do mesmo território, como ocorre no continente africano, onde tribos e etnias coexistem em uma mesma região geográfica.  

VALE DESTACAR que um projeto como este que aproveita o potencial de um nativo para a expansão do reino de Deus, não suprime a necessidade de se enviar missionários estrangeiros, até porque é o estrangeiro que plantará a igreja, treinará o nacional e supervisionará o estabelecimento da obra local, no bom e ainda atual modelo paulino. 


OBS: leia nos outros posts mais detalhes sobre o Projeto "Frutos da Terra".

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